22 de setembro de 2013
JORNAL PL NOTÍCIAS/ CURIOSIDADES
A humanidade maltrata e
mata diversos animais, nos mais terríveis testes que precisa fazer, seja
para um novo remédio ou mesmo para um simples cosmético. Só que as
vezes alguns testes precisam ser feitos diretamente em humanos e é aí
que as coisas ficam macabras:
Os campos da Coréia do Norte
A Coréia do Norte é um país fechado ao mundo, onde, suspostamente,
diversas atrocidades ocorrem, pois eles não estão nem aí para os códigos
mundiais que proíbem tratamento bárbaro a humanos. Por serem tão
fechados em si, raramente alguma informação sobre testes e atrocidades
com humanos vazam, mas quando tais notícias surgem, elas não são nada boas.
Uma mulher que fugiu daquele país, relatou ter visto 50 mulheres serem obrigadas a ingerir uma droga
venenosa. Elas tinham que tomar o que lhes era dado, caso contrário
suas famílias seriam penalizadas. A fugitiva conta que as 50 mulheres
que tomaram a droga morreram em vinte minutos, vomitando sangue e
sofrendo de sangramentos anais.
Kwon Hyok, que trabalhava em um prisão coreana, relatou algumas cenas
do que viu lá. A mais marcante fala de uma família que foi presa em uma
câmara de gás sufocante. Estavam lá os pais e duas crianças. Conforme o
ar ficava mais envenenado, os pais tentavam ajudar as crianças fazendo
respiração boa a boca, mas quando suas forças acabaram, todos morreram.
The Monster Study
Em um orfanato em Iowa, nos Estados Unidos, 22 crianças foram
separadas em dois grupos. As primeiras 11 receberiam um ótimo
tratamento, sempre sendo elogiadas por suas qualidades e pelo o que
faziam, já o outro grupo seria sempre xingado, sofreria abusos verbais e
seriam castigados por qualquer coisa.
As crianças, do grupo que recebia xingamentos, começaram a demonstrar
problemas psicológicos logo depois do início dos testes, que duraram
meses. Algumas delas desenvolveram gagueira, pelo simples fato de serem
acusadas desse problema, que na verdade não tinham antes.
Essa monstruosidade feita com as crianças afetou a vida delas para
sempre, deixando a maior parte, das que sofreram abusos, com problemas
sérios até a vida adulta. O experimento foi conduzido por Wendell
Johnson, um psicólogo, que fez tudo às escondidas.
Somente em 2001, a Universidade onde tal crime ocorreu pediu desculpa pelo ocorrido.